A Filipa cresceu no sossego de uma aldeia vimaranense, rodeada de livros e cães, com tempo suficiente para deixar a imaginação correr solta.
Foi aí que percebeu que a escrita podia ser uma forma de falar, de escutar e de se fazer ouvir. Sempre teve cadernos por perto para guardar ideias, pensamentos e reflexões (pequenos tesouros que hoje conserva com carinho).
Com formação em Psicologia, encontra inspiração na escuta, na partilha e na observação atenta dos pequenos acontecimentos do dia a dia, transformando a rotina em material para histórias.
Vamos abrir esses cadernos e descobrir as histórias que nasceram do silêncio, da escuta e da imaginação?