Manuel Lopes Pereira, 1961, Porto; licenciou-se em Professores do Ensino Básico, variante Português-Francês, por sempre sentir-se das Humanidades e do Ensino. Profissionalmente, exerceu a actividade editorial ligada ao Ensino — e ainda revisor gráfico, coordenador editorial, editor, criador intelectual (didáctica; pedagogia), “corporate affaires”, professor — em Portugal e para os PALOP/CPLP. Na escrita estreou-se com “De Tão Poéticos… Espantos!” (2024), poesia e prosa poética; “O Bino e o Viegas – Uma História Para Contar (2024)”, conto perene. Seguiu-se-lhes “QUINZOLA, 798 de Olhar Resiliente” (2025); “Do Outro Lado Nascente da Casa… Três éramos, somos, seremos” (2025), visão única sobre as dimensões humana e social através da ficção.